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Karen Santos é pré-candidata a vereadora de Porto Alegre

Pré-candidatura foi confirmada durante a convenção eleitoral do PSOL

O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) realizou, na noite da última quinta-feira (10), a convenção eleitoral que aprovou as pré-candidaturas deste ano para a prefeitura e para a Câmara de Vereadores de Porto Alegre. O evento ocorreu de forma virtual, devido às restrições impostas pelo período de pandemia causada pelo Coronavírus.

A convenção do PSOL aprovou a pré-candidatura de Karen Santos para vereadora de Porto Alegre. Além disso, também se confirmaram os nomes de Fernanda Melchionna e Márcio Chagas como pré-candidatos do partido à prefeitura.

A pré-candidatura de Karen é uma construção do Coletivo Alicerce e impulsionada por muitas mãos. Apesar da gravidade do momento de pandemia e milhares de mortes no Brasil, a pré-campanha inicia com disposição para ouvir as demandas do povo batalhador de Porto Alegre, e com compromisso de ajudar a ecoar as vozes que se indignam com tudo o que os de cima fazem para sufocar a população.

– Esse será mais um espaço para dialogar com o povo porto-alegrense sobre a tragédia que foi o governo de Nelson Marchezan Jr. nestes últimos quatro anos. Um governo que perseguiu trabalhadores ambulantes, que perseguiu os trabalhadores rodoviários, que destratou a população em situação de rua. E um governo que, diante da pandemia, deixou a população passar fome por falta de políticas emergenciais de assistência social – afirmou Karen.

Para a pré-candidata, a disputa eleitoral é um momento de uma batalha que se dá cotidianamente e que não termina no dia das eleições. Um período que se abre para debater com a população sobre a segregação que existe em Porto Alegre, o racismo, as diferentes formas de violência sofridas pelas mulheres, problemas do transporte público, falta de emprego e o tipo de trabalho que existe hoje na cidade, as perspectivas de futuro que estão colocadas para a juventude, além de conversar e ouvir das pessoas sobre os impactos desta que tem sido uma das maiores crises já enfrentadas.

– Acreditamos na união e na solidariedade como forças que impulsionam a luta por uma vida digna e com garantia de direitos para todas e todos. As coisas precisam mudar e essa mudança precisa nascer das mãos do povo e que batalha – finaliza

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